Eu queria que fosse, ao menos, sem dor. Sem sentir. Sem enxergar tudo que deixa pra trás. E que também ninguém me trouxesse mais esperança. Venha com um abraço, um sorriso torto ou com um texto já repetido anteriormente, mas não traga mais chances, fé, nada que me doa tanto quando acontecer.
Cada dia soa covardia ou erro meu, não fazer nada. O que se pode fazer? E se eu não tiver ido bastante e porque lutar nessa guerra perdida?
Eu sorri e disse que estou bem. Como ele, é de dia. As vezes acorda sem ar, sem sol. O dia piora ou melhora seu estado, meu humor. Ele lhe dá ansia e me dá medo. Mas quando vou dormir, eu me esqueço de quem sou. E me faço alguém, num futuro. Num lugar salvo e realizado. Onde eu quero e espero estar.
Só se lembre que o meu amor. A minha gratidão. E os meus sonhos são todos maiores. Maiores de onde eu posso te ver. Maiores que as estrelas. Que a Lua. Que o Céu.
Vendo pela primeira vez.
Há 13 anos
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