terça-feira, 8 de setembro de 2009

Tanto Mar.

Minha boca se entrega a uma frase, que poderia resumir em uma palavra, um nome. Como se dizendo isso eu fosse me aproximar mais do que eu já me esqueci. E abandonar toda essa minha inocencia tem sido mais do que posso aguentar. Deus, eu sempre lembraria dele como um pequeno garoto, pequeno principe. O qual eu não tive palavras pra descrever. A quem dediquei meus sonetos e meus suspiros. Oh, como eu sinto falta do teu riso. E teu abraço. Mas agora que cruzei todo esse mar, mal o vejo. Espero que teu navio não tenha afundado, garoto. E que o vento te sopre pra perto de mim. Me traga o sorriso e o motivo.

Eu sinto falta do meu ar ser inspirado em grandes poetas. E este blog ter sido um diario, quase diário. O que eu estou fazendo? Não, sem pena de mim mesmo.
Eu só estou me cansando de tudo isso. Eu imploro que alguém intervenha e me deixe dormir enquanto chove. E mesmo que eu pessa, pra que haja a dor que sintas, não me apague do seus olhos, do teu riso. Porque a agua está subindo. E eu posso sentir na minha meia o frio que me aguarda. E se fosse só de agora...

Já faz tanto tempo. E eu ainda espero que a lua me mostre que ainda é a mesma coisa. Porque as coisas ainda parecem iguais. Eu ainda sou igual, mas tão diferente. Oh, céu.
Foi tão doce te amar. Amargo foi querer-te pra mim. Foi tão doce, tão doce... Mesmo eu já tento gostado de alguns garotos...Depois de você...os outros, são os outros.

You used to be my surreal one.
I climb the sky to watch you fell sleap. So Darling, just save a dance for me.

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