sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Or the 'Woolf's gonna blow it down

Eu não quero fugir da realidade, mas estou nas sombras. Fazendo do silencio o meu abrigo e caminhando sem escolha. Já não sei se estou bem, se já superei, ou repetir tanto isso me fez acreditar ou me enganar que estou. Como eu vou levar tudo isso pra frente, é o que me enlouquece. Se o tempo pelo menos fosse meu amigo, eu faria um trato. Me dê mais cinco minutos de velhos tempos, que eu aguento mais esses longos anos que me farão em pó. Se voltasse na época que os cigarros tinham um gosto de brincadeira e não necessidade. Que o dia começava as duas da tarde e a noite se estendia até a última despedida, uma depois do sol trazer seu bom dia. Eu gostaria de reviver o tempo que eu tinha maiores problemas pequenos e que sonhar era meu hobbie preferido. Talvez, fosse um menino que eu queria de volta. Naquele tempo. Não agora. Agora que eu sei que o tempo não é meu amigo, e não me traria quem eu fui de volta. Então, não posso desejar o surreal. Não posso mais imaginar a terra do nunca. Porque eu não sou mais ninguém. Sou a sombra de quem eu custumava ser. Ou então, sou todo o erro que em algum total fui feito. E assim, eu sei porque eu estou sozinho e livremente preso nessa dor.

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