sábado, 30 de maio de 2009

Eu me engano fácilmente...

Com a imortálidade da familia, dos professores, dos amores.
Eu me iludo com a falta de outros universos e dimensões dos outros seres humanos.

Ah, se eu fosse o único a me sentir assim. O único a enxergar.
Ah, se eu fosse o único a morrer. Me desfazer. Me render ao fim.
Ah, se eu fosse capaz de mudar isso.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Subjetividade.

As vezes me esqueço que todos seguem a mesma regra. Parece que não. Não estou falando daquelas coisas de 'por quê comigo?'. Como sempre as pessoas esperam que as coisas não aconteçam com elas...Eu vou mais além...O estranhamento, não explicado, de ver sua mãe chorando por as vezes se sentir só. Não pensava que as mães também tivessem esses sentimentos...Como um professor que sai da escola e tem muito mais do que seu trabalho. Eu viajo nesses pensamentos, sem mapas. Sem deixar meus rastros. E me perco deliberadamente nisso. Sem avisar meus pais onde vou. Sem deixar bilhetes espalhados no meu quarto. Só. Como quando você entra num parque de diversões, e decide ir no brinquedo mais alto. E quando tudo está subindo, seus pés balançando...Você avista o parque inteiro. Todas as pessoas lá embaixo se tornando formiguinhas...Pequenos detalhes. Tão longe, tão desnecessárias... E você está só. Absolutamente por sua conta. O brinquedo sorri e te solta no ar. Eu me senti, como um anjo. Igual do teu desenho. Me atirando do abismo...Mas era grandioso, sublime. Era um alivio e essa sensação do insuportável. Aqueles poucos segundos de anos, me traziam paz. Afastando-me de você. Afastando-me de nós dois. Mas me deixando bem próximo do meu eu interior.

Então, eu volto ás mães. A minha mãe principalmente. Pois é a única que de fato eu sei. E conheço. Verdadeiramente. Não totalmente, porque nunca conheceremos as pessoas totalmente. Pra isso precisariamos muito mais do que vivê-las. Porque nem eu mesmo posso me conhecer por inteiro. O que me deixa confuso e completamente assustado. Bem, imagine-se mãe. Não digo vestido de roupa floral, fazendo o almoço, enquanto as crianças brincam na sala e o marido está fora. Não. Eu digo, o amor incondicional e inexplicável. Por algo que você fez. Por um pedaço teu que se desenvolveu e pretendo um dia ter sua individualidade. Como limitar isso, então? Se há tantas e tantas ídeias ainda a serem expostas...
Eu não entendo como um amor pode ser criado atravês do sangue e não pelo contato, afinidade.

Eu não vou deixar meu filho assistir TV. Eu não permitirei que sua vida seja roubada pelo drama. Honestamente falando, eu sei que soou super protetor e completamente doente. Igual aqueles pais, tão igual aqueles pais incompressíveis (ou será incompreendidos?).
Mas eu tenho o meu ponto. E vou mostrá-lo.

Experiência propría. Eu não sei quem sou. E não sei quando sou a realidade ou ficção. Quem está em si copiando quem. Como isso foi acontecer? Eu revivo na vida o que meus filmes me sussurravam. Honestamente, eu gostaria de agir por minha conta. E não me sentir sempre vigiado por cameras. Eu não queria mais me analisar tanto. Sentir, sem culpa. Sentir por sentir. Viver e não recriar. Eu gostaria de ser um inventor. Não um ator. Não um ator fora do palco.

Eu entendo aquelas mães...hoje, eu vejo. Tudo vem dependendo da subjetividade. Analise os filmes. Num filme, policial, o mais importante é prender o bandido. Namores podem terminar. Amizades podem se quebrar. O importante é resultados.
Já num romance, você poderia ver como é fácil desistir do país onde se mora. De como é obvio a escolha do amor do que do dinheiro.
Imagine-se só num daqueles filmes de ficção. E seus filhos somem e você tem de lutar contra toda uma ilusão e contra todos os seus amigos, parentes, conhecidos para provar a sua sanidade e a existencia dos seus filhos que parecem nunca terem existidos. Imagine essas trocas de realidade e sanidade feitas para fora da televisão.
Imagine uma doença atacando a capacidade de pensar do seu filho. Imagina se só você pudesse ver a verdade. Até onde você iria?

Eu iria até o fim.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Pra ser franco...

Mas você quer ajeitar as coisas? Eu não sei.

Sendo honesto, eu estou sem certezas hoje. Mas eu estava pensando sobre como prosseguir. Agora que não me sinto mais culpado por não ter cumprido meus juramentos. Agora que não me soa tão falso desistir de nós dois. Eu não sei exatamente o que fazer. Eu me acustumei a ser o resto de você. A parte não aproveitada e como você disse...Eu já estive debaixo do tapete tempo demais. Eu deveria fazer algo a respeito. Infelizmente, sendo franco eu assumo que fui covarde. Eu não quis seguir em frente, em momento algum. Eu não tentei lutar contra essa maré de dor que me atingia...Eu não queria ter que pensar em mim. Eu não queria ter de olhar pra dentro. Eu te usei pra sentir tudo o que eu queria sentir. Eu usei você como distração do meu mundo. Eu te usei pra amar. Alguém com todas as minhas forças. Eu te usei pra ser usado. Eu queria ter uma vida inteira, um universo completo, ao teu lado.

Esse não é mais um post pra me trazer dores de cabeça. Não é pra me odiarem ainda mais. Muito menos pra receber respostas novas. Eu só estou tentando decodificar meus pensamentos e planos. Agora que você não é o plano A.
Vendo agora, de longe. Eu não me apaixonaria por você. Não depois de estar tão perto e ver que você não é o mesmo. Não os dos meus olhos. Eu encaro isso tudo com uma única verdade. Um menino que esperou um longo ano para ter de volta o seu grande amor. Um menino que recebeu vários substitutos para sobreviver esse longo ano que lhe tornaria mais forte. Que ganhou experiências e cresceu pra agora poder seguir com aquele que lhe faz sorrir.
Felizmente eu não estou quebrado de um forma que não possa mais encaixar com ninguém. Eu percebi que eu posso encontrar aquele seu brilho ofuscante em outras pessoas.

Eu gostaria de apagar algumas frases e músicas que não me remeteriam á você. Principalmente se eu pudesse diminuir o volume do teu riso que chega em mim, do outro lado do parque. Bem... Eu não sou capaz disso. Mas eu sou capaz de conviver com minha fé. E com o que eu tenho em mãos. O que não são restos. É vida.


PS. Fica quieto pra eu gostar de você? - Eu diria isso caso viessem respostas ao meu novo blog.
XOXO

Romeus

Use your faith to create new wides
And to survive this war
I´m coming to kill
Use your faith to believe
In anything capable to understand
Why I´m not feeling bad

My attack is the silence
It´s not gonna work try me
I´m deadly satisfeted of finding out
Who you are or Who you´re trying to be

Let it die, my friend
That´s the only advice I´m gonna give to you
That´s why it´s called break up
´cause I´ts broken

I´m listening...
You have your time
To bring it all
I´m not staying longer, No I won´t

Don´t take this personal
It´s totaly not about you,
Not anymore

I´m doing this for me...
I´m doing it all for me...
I´m rescueing myself from you
I´m saving it from myself too

Let it die, my friend
That´s the only advice I´m gonna give to you
That´s why it´s called break up
´cause I´ts broken


Let it die, my friend
That´s the only advice I´m gonna give to you
That´s why it´s called break up
´cause I´ts broken


Oh, Romeus...
I´m a terrible romantic
I can reconize a truly lover all away

Oh, Romeus...
I´m a terrible drama queen
It´s overing our time, Our love, our chance to get this back

So, Let it die, my friend
That´s the only advice I´m gonna give to you
That´s why it´s called break up
´cause I´ts broken

(And we can not take it back)
(And we can not save this)
(And we´re not the same)
(And we can not let it live).

terça-feira, 26 de maio de 2009

gossip girls...

as i told myself. I was recovering myself from you. I was taking back all of me that was hidden in you. Letting the pain scape from my skin. I´m not yours, anymore. It´s weird saying this things...It wasn´t over for me. I couln´t force this eyes to see the end. you asked me to kill all of me that rest in you. You told me to go away, give up of our love. You just did it. Just did.Thanks God, I was prepear this time. I was waiting for this one. Your changes. Your lies.Sweetheart, We can´t take back our memories, even our words. You said it. You meant it.
and take this headlines of me. I can´t stand this pressure, anymore. I don´t care who is reading me. It´s all here. You can find yourself in some chaptures, Sr Misery in others. You can get pain. You can get laughts.It´s all here. Our story. Or friendship, and the end. Our truly end.
i don´t see each other anymore. I don´t see me around you. You´d changed. Not for better. Not good at all.Someone just like him. So gossiping...So pathetic. You meant to hurt me. You meant to tell your words in my face.I hope you said everything you wanted. As I told you, we need to enjoy all our oportunires. You said it, at loud.And I´m not hopping you get this one. It´s here, where you can find. But why would you be here? I see no reasons.As I din´t see reasons for your (stupid) boyfriend be spying my fotolog, orkut, blog, whatever. So childish.
Don´t come to me saying 'You make me popular'. ´Cause I´m not trying to tell you truths. As I didn´t want ever talk to you.You seemed to me so fake. And that´s something new. You did´n´t use to be this way. I would say we´re friends. I was wrong.

spotlight on me.

vamos...Qual é a sua...Assim quem nos ler irá nos achar ridiculos...Nós três. Eu não acredito que estamos levando isso tão longe. Era melhor o silêncio. Digo, os pensamentos...As cartas não entregues... Eu prefiria por debaixo dos panos. Não que agora que a fumaça está em todo lugar, o incêndio começou, eu esteja por baixo. Porque não vejo muitas diferenças de antes.
Eu ainda não entendi por quê vocês estão me escutando. Porque estão vigiando minha casa?
As luzes estão acessas. Não que eu esteja ainda acordado, mas só mais pistas pra vocês...Não iria desapontá-los, deixando-os sem mais diversão. Não me diga que isso se tornará pessoal, quando isso sempre foi.
Querido Hollow Heart, meu amor me fez omitir vários fatos sobre a sua pessoa. Meus olhos camuflaram seus defeitos, assim como criando novas ameixas que ou você nunca teve ou as escondeu.
Por favor, vamos parar de infantilidade. Ao menos, a minha...Eu diria que não era pra ser publica. Eu coloquei no meu fotolog (pessoal, o qual não foi distribuido por todo meu msn) os meus pensamentos. Os mesmos que você tem e ele também. Os dois tem. E conversam e brincam, fazendo piadas e tudo mais. Me culpem, apontem o dedo. Eu estou gostando de encarar os holofotes, sem medo. Estou me sentindo tão confiante pela consciencia limpa que AGORA me ajuda. Antigamente eu me importava demais com o seus valores. Erros.

Eu não vou ficar tentando provar coisas. Dar explicações...Eu só quero me afastar disso. Eu não quero perder tempo e muito menos linhas com esse assunto já encerrado.
Eu vou continuar escrevendo...Sempre. É o que eu faço. É o que eu sou. É o que eu quero ser.
Eu me recuso a ser um de vocês. Demorou...Como dizem. Mas eu precisava...Chegar até o fim.
Eu precisei disso, aprendi muito. Foi doloroso. Mas me tornou mais forte e apagou meus medos.

As coisas vão e vem.
Não tem muito o que fazer, Romeus.
Estamos todos certos na nossas visões unilaterais. Não os culparei mais.
Sobre o meu odio grande...Bem, foi algo momentâneo. Um pouco antes de descobrir que não foi ele, mas sim o proprío que quis ser enganado. Nada a declarar.
It´s broken. I meant it first.